quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Alentejana.






Tudo é vaidade!Pobre coração.
Adeus "Flor"...enfim reencontraste seu irmão.
Resta seu simples busto em Évora como recordação.


Livro de Mágoas,dor,sofrimento.
Da filha ilegítima,que passou por três casamentos.
Castelã da Tristeza,como puderam ignorar seu desalento?
Compartilho contigo os referidos sentimentos.


Mande lembranças aos saudosos poetas,que são livres para voar.
Contemplas o luar, amiga íntima do entardecer à beira-mar.
O mar revolto abranda,devagar,a alentejana ganhou à alforria sublime!Que posso fazer?...apenas lamuriar.





Homenagem simplória para :(Florbela Espanca;Viçosa Alentejo,1897. Matosinhos,1930).